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domingo, 24 de janeiro de 2010

Grêmio faz seu pior jogo no ano e só empata com o Veranópolis no Olímpico


Em algum momento a virada não viria. E foi neste domingo. Contra o Veranópolis, pela terceira rodada do Gauchão, o Grêmio fez seu pior jogo no campeonato sob o comando de Silas. No 4-4-2 desorganizado, Jonas foi o destaque pelo gol no empate por 1 a 1 com um adversário bem armado pelo técnico Gilmar Dal Pozzo. Depois de duas viradas seguidas, contra Pelotas e Caxias, o Tricolor perde os 100% de aproveitamento, mas continua bem classificado.

No Grupo 1, o time do estádio Olímpico soma sete pontos e divide a liderança com o Novo Hamburgo. No Grupo 2, o VEC tem cinco, em quinto. Com o resultado, o Grêmio mantém a invencibilidade em casa. São 41 partidas sem derrota.

Na quarta-feira, o VEC recebe o Avenida, às 20h30m. Às 22h, o Tricolor visita o Santa Cruz, em Santa Cruz do Sul.

Confira a classificação e a tabela do Campeonato Gaúcho

Grêmio, de novo, começa em desvantagem

Silas fez treino fechado na véspera do jogo contra o Veranópolis, deu atenção especial ao posicionamento defensivo do Grêmio, mas viu o trabalho ruir logo no princípio. Sem o atacante Leandro, poupado por conta de uma tendinite no pé esquerdo, o técnico optou por escalar o time no 4-4-2. O volante Ferdinando foi improvisado na lateral direita, Túlio entrou no meio ao lado de Adilson, e Jonas seguiu no ataque com Borges.

O Tricolor começou muito mal. Pela terceira vez seguida, saiu em desvantagem no placar. Virou rotina neste Gauchão. Em falha individual de Réver, o VEC aproveitou. Aos oito minutos, o zagueiro errou o tempo de bola na disputa pelo alto com João Paulo, o atacante ficou com a sobra e tocou na saída de Victor. Incrédulo, Silas caminhou de um lado para o outro na área técnica como se tentasse entender.

Improdutivos, Souza e Hugo não conseguiam escapar da marcação. Ferdinando e Fábio Santos praticamente não avançaram, e o nervosismo atrapalhava Réver e Túlio. Pouco acionados, Jonas e Borges tentaram resolver. Em chute de longe, o segundo quase empatou, aos 14. Hugo também tentou, dez minutos mais tarde, depois de receber de Jonas. A bomba de esquerda passou perto.

Não fosse o goleiro Victor, o cenário seria pior. Marcos Paraná, em cobrança de falta, e Eduardinho, numa bomba de fora da área, fizeram o camisa 1 trabalhar. O bom ataque do VEC incomodava, especialmente nos avanços pela ponta esquerda, sempre com muita velocidade. Numa delas, Kito invadiu a área com condições de concluir, não chutou e nem cruzou, e a bola se perdeu pela linha de fundo.

Vaiado a cada toque na bola, o lateral-esquerdo Fábio Santos teve a chance de calar os críticos. Nos acréscimos, um chute rasteiro, da entrada da área, parou em Vanderlei e encerrou o primeiro tempo sob protestos.

Empate e pressão tricolor

Vontade até ajuda, mas nem sempre ganha jogo. Em estado de confusão, o Grêmio voltou para o segundo tempo com a esperança de virar mais uma partida. Desta vez não parecia tão fácil. Desorganizado e muito nervoso, o time pouco criou. Se Victor não fosse o goleiro que é, o VEC teria feito o segundo. Aos dez, ele mandou um chute perigoso de Romano para escanteio. Após a cobrança, cabeçada forte de João Paulo, e uma defesa milagrosa.

Sem conseguir furar o forte bloqueio adversário, o Tricolor passou a apostar na bola parada. Nas mais perigosas, parou no travessão e em Vanderlei, aos 12, numa cabeçada forte de Réver, e aos 17, em cobrança venenosa de Souza. O camisa 8, aliás, deu o passe para Jonas empatar a partida. Corte no marcador, chute firme, e bola na rede. Terceiro gol do atacante no Estadual: 1 a 1 (assista ao vídeo).

Placar igual, e Grêmio todo no ataque. Virou jogo de campo reduzido, especialmente quando Marcos Paraná, camisa 10 dos visitantes, fez falta muito dura em Adilson, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Faltou critério ao árbitro Marcio Coruja. Minutos antes, Túlio, que tinha amarelo, fez falta idêntica e sequer foi punido.

A torcida gremista se inflamou, empurrou mesmo. Foi à loucura quando Jonas, que virou xodó, soltou uma bomba de dentro da área e parou em Vanderlei, aos 32. Se Victor foi bem, o goleiro do VEC não deixou por menos. Empate justo, e muito trabalho à vista para Silas.

Ficha técnica:


GRÊMIO 1 x 1 VERANÓPOLIS
Victor; Ferdinando (Maylson), Rafael Marques, Réver e Fábio Santos (Lúcio); Túlio (Fernando), Adilson, Souza e Hugo; Jonas e Borges Vanderlei; Raulen (Matheus), Marcelo, Ademir e Romano; Marquinhos, Fernando Miguel, Eduardinho e Marcos Paraná; João Paulo (Dudu) e Kito.
Técnico: Silas Técnico: Gilmar Dal Pozzo
Gols: João Paulo, aos oito do primeiro tempo. Jonas, aos 19 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Túlio, Adilson e Rafael Marques (Grêmio); Ademir e Marcos Paraná(Veranópolis). Cartão vermelho: Marcos Paraná (Veranópolis).
Estádio: Olímpico, Porto Alegre/RS. Data: 24/01/2010. Árbitro: Marcio Coruja. Auxiliares: Paulo Conceição e Julio Espinosa. Público pagante: 9.630. Renda: R$ 157.371,00

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.Onde anda o Paulo Nunes?.

.Onde anda o Paulo Nunes?.
Em 1995, deixou o Flamengo e foi jogar no Grêmio, aonde acabou fazendo, com Jardel, outro preterido do futebol carioca, este vindo do Vasco da Gama, uma dupla de ataque infernal.

Certamente, foi no Grêmio, que Paulo Nunes viveu a fase mais gloriosa de sua carreira, tendo conquistado dois Campeonatos Gaúchos, uma Taça Libertadores da América, um Campeonato Brasileiro, uma Recopa Sul-Americana e uma Copa do Brasil. Não fosse isso o bastante, ele também foi o artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1996, com 16 gols marcados, e da Copa do Brasil de 1997, com 9 gols.

A excelente fase no Grêmio rendeu-lhe a Bola de Prata da Revista Placar, por seu desempenho no Campeonato Brasileiro de 1996, além da convocação para a Seleção Brasileira, que disputou a Copa América de 1997, na Bolívia.

Após sua saída do Grêmio, em 1997, foi jogar na Europa, quando passou a defender o Benfica. Lesões e conflitos com outros jogadores do plantel, todavia, acabaram por atrapalhar sua trajetória. Com isso, retornou ao Brasil, em 1998, vestindo a camisa do Palmeiras, outro clube aonde acabou fazendo muito sucesso.

No Palmeiras, Paulo Nunes conquistou mais uma Copa do Brasil, a sua terceira no currículo, além de uma Copa Mercosul e outra Libertadores América.

Posteriormente, teve uma segunda passagem pelo Grêmio, esta não tão gloriosa quanto a primeira. Jogou ainda no Corinthians, Gama, Al Nassr e Mogi Mirim, encerrando sua carreira, por este último, em 2003, tendo 32 anos de idade.

Arílson de Paula Nunes (Pontalina,30 de outubro de 1971) ou simplesmente Paulo Nunes é um ex-futebolista brasileiro. Atuava como atacante tinha como suas principais caracteristicas velocidade e oportunismo para fazer gols. Jogou em clubes como Benfica, Grêmio e Palmeiras na década de 90. Seu apelido era "Diabo Loiro". Hoje é visto em programas de televisão, como o de Leão Lobo, participando de números com outros covidados.

Era um grande jogador.

Kelvin Gandolfi ao meu pedido ai esta o Paulo Nunes.

Mande email para kelvinfbpa@hotmail.com com o nome do seu jogador favorito que ja passou pelo Grêmio e você gostaria de saber por ONDE ELE ANDA.
 

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